Resenha: Cidades de Papel


Olá galera, beleza?

Trago para vocês hoje, uma resenha depois de muuuito tempo! Espero que gostem.

Para começo de conversa, eu só li Cidades de Papel pois vi o trailer do filme e pensei "opa, Cara Delavigne está no filme, então a história deve ser boa". E lá fui eu ler o livro.


Confesso que estava em grande expectativa para este livro, já que em ACEDE, John Green me decepcionou muito com sua escrita.

Sinopse: Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. 

Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.

Bem, Cidades de Papel vai contar a história de Quentin, que desde a infância é apaixonado pela personagem Margo, que no caso é vizinha dele. A Margo ela é super popular e ela nem olha na cara do Q. Eis que um dia de madrugada, ela invade o quarto dele e o chama para fazer 11 coisas, no caso, 11 vinganças, ela insiste até ele ceder e ir com ela. No outro dia de manhã, Margo desaparece. E o resto da história gira em torno disso, Margo estar desaparecida e o Q a procura dela.

Minha primeira observação do livro, foi a do Quentin ter dito que Margo era um milagre, simultaneamente pensei "o que essa garota vai aprontar?".

A primeira parte do livro foi sensacional, e passa somente durante a madrugada. A única parte chata do livro seria a parte dois, que é totalmente parada. Outra questão é a obsessão do Q pela Margo. A forma que ele procurava pistas dela, ou como ele pensava nela, literalmente aquilo não era saudável.

Em compensação, Margo é incrível e olha que ela fez uma pequena aparição. Ela sem ao menos saber me deu um tapa na cara. Sempre montei uma rotina de vida, igual o Q, eu vou estudar, me formar, ter um bom emprego, construir uma família e morrer. Só que nessa rotina eu não coloquei "viver".

Sempre deixamos nossos sonhos para depois, colocamos prioridades na vida e esquecemos que o que realmente importa é ser feliz.

Somos de papel, dobráveis/manipuláveis, rasgáveis/tentam nos destruir, somos de papeis, somos humanos, se nos deram essa vida, por que não aproveitar cada segundo?



Bom galera, espero que tenham gostado da resenha. Juro, que após ler este livro, montei um novo ideal pra mim e espero que caso vocês leiam, monte um pra si também. Super recomendo e parabéns John Green, o senhor me surpreendeu desta vez.


2 comentários:

  1. Parabéns pela resenha e, assim como você, adoro livros que me dão um tapa na cara e surpreendem com seus personagens passageiros, definitivos ou até aqueles mais complicados. Estou lendo meu primeiro livro do Jhon com mais duas autoras, se gostar pretendo ler outros dele mas, pela sua resenha confesso que já estou repensando o "esperar" para comprar outro livro dele.

    Beijos :*
    vidro-colorido.blogspot.com

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    1. Fico feliz que tenha gostado, e é claro, em se identificar comigo e com minha opinião. Bem, admito que foi o primeiro livro do John que gostei, mas vai que eu me interesso por outro, néh? Bem, recomendo muito "Cidades de Papel" adorei o livro, literalmente.
      Beijos!

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